UNIRIO - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.
Centro de Ciências Exatas e Tecnologia.
Escola de Informática Aplicada.
Jorge Fiore de Oliveira Júnior.
Simone Bacellar Leal Ferreira.
Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento em Sistemas de Informação e Comunicação orientados à Usabilidade e Semântica.
Guia de Referência.
- Objetivo do Presente Guia .
- Introdução.
- Sites de Referência.
- Validadores, Avaliadores, Verificadores e Simuladores.
- Principais Navegadores Textuais, Sistemas Operacionais para Pessoas com Deficiência e Leitores de Tela.
- Programas e plug-ins
para Acessibilidade de Sites Web.
- Acessibilidade utilizando Tecnologias de Informação.
- Referências Bibliográficas.
O presente guia tem por objetivo apresentar, sem críticas, o que
existe no mercado com relação à acessibilidade; ele não se
propõe a analisar as ferramentas listadas e o que é indicado é de
inteira responsabilidade de seus desenvolvedores. Inicialmente é apresentada
uma breve introdução sobre os principais conceitos de acessibilidade.
Em seguida são listados alguns sites de referência e uma série de
ferramentas úteis, como validadores, leitores de tela entre outras.
Acessibilidade é a possibilidade de qualquer pessoa, independentemente de
suas capacidades físico-motoras e perceptivas, culturais e sociais, usufruir
os benefícios de uma vida em sociedade, ou seja, é a possibilidade de
participar de todas as atividades, até as que incluem o uso de produtos,
serviços e informação, com o mínimo de restrições possível
(Nicholl, 2001) e (NBR 9050, 1994).
A acessibilidade digital refere-se ao acesso a qualquer recurso da
Tecnologia da Informação, enquanto o termo acessibilidade na Internet é usado, de
forma ampla, para definir o acesso universal a todos os componentes da
rede mundial de computadores, como chats, e-mail entre outros. Já o termo
acessibilidade na Web, ou e-acessibilidade, refere-se especificamente ao
componente Web, que é um conjunto de páginas escritas na linguagem
HTML e interligadas por links de hipertexto; a acessibilidade na
Web representa para o usuário o direito de acessar a rede de informações e
o direito de eliminação de barreiras arquitetônicas, de disponibilidade de
comunicação, de acesso físico, de equipamentos e programas adequados,
de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos.
(Sales, 2003), (Modelo, 2005), (Nevile, 2005) e (http_1).
Com o objetivo de tornar a Web acessível a todos, o W3C criou, em 1999,
o WAI (Web Accessibility Initiative),
formado por grupos de trabalho voltados para a elaboração de diretrizes ligadas à
garantia da acessibilidade do conteúdo na Web às pessoas com deficiência e às pessoas
que acessam a rede em condições específicas de ambiente, equipamento,
navegador e outras ferramentas Web (Nevile, 2005), (http_3) e (Enap, 2007).
Os membros do W3C/WAI elaboraram o "Estatuto de Recomendação do W3C"
(WCAG 1.0); esse documento constitui a primeira versão das Diretrizes para
a Acessibilidade ao Conteúdo da Web, lançada em maio de 1999, e
até hoje continua sendo a principal referência de acessibilidade na Web
(http_3 e http_4).
Ainda em 1999, o governo de Portugal, motivado pela primeira petição
eletrônica apresentada a um parlamento (com 9 mil assinaturas), definiu
regras de acessibilidade e tornou-se assim o primeiro país europeu e o
quarto no mundo a legislar sobre acessibilidade na Web. Em junho de 2000, o
Conselho Europeu aprovou o plano de ação "e-Europe 2002", estendendo a
iniciativa portuguesa para os 15 países da União Européia (http_2).
No Brasil, a acessibilidade só começou fazer parte das políticas públicas
a partir do ano 2000, com a promulgação das Leis Federais nº 10.048
e 10.098. A lei nº 10.048, de 8 de novembro de 2000, foi elaborada pelo
Poder Legislativo e trata do atendimento prioritário e de acessibilidade às
pessoas com deficiência nos meios de transportes e outros. Já a lei
nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, foi escrita pelo Poder Executivo e estabelece normas
gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas
com deficiência ou com mobilidade reduzida (Enap, 2007).
Em dezembro de 2004, as duas legislações foram regulamentadas pelo
decreto nº 5.296. Esse decreto estabeleceu um prazo inicial de doze meses para
que todos os portais e sites eletrônicos
da administração pública passassem por um processo de acessibilização, de
modo a viabilizar a acessibilidade das pessoas com deficiência visual, garantindo-lhes o pleno acesso às
informações; esse prazo era passível de prorrogação por mais 12 meses
(Queiroz, 2007). Portais e Sites de interesse público, que recebem algum
financiamento do governo também tiveram que assegurar a acessibilidade.
Com a finalidade de se dedicar à normalização da acessibilidade, atendendo
aos preceitos de desenho universal e definindo normas de acessibilidade em
todos os níveis, desde o espaço físico até o virtual, foi criado também
um Comitê CB-40, da ABNT (http_1). Além disso, a acessibilidade passou a
ser o objeto também de diversas leis estaduais e municipais (Enap, 2007).
Entretanto, em julho de 2008, o Brasil assinou a
"Convenção
Internacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência"
na ONU e
o Congresso Nacional ratificou, com quórum qualificado, que esta
Convenção se tornasse lei brasileira com status
constitucional.
A acessibilidade na internet foi
contemplada nos artigos 9 e 21 da Convenção, tornando obrigatória e crime de
discriminação qualquer informação na internet não
acessível para qualquer tipo de deficiência e a
qualquer categoria de portal, para empresas privadas ou do governo,
acabando assim com as restrições anteriores do
decreto (http_4).
A Web desempenha um papel fundamental no avanço que a Internet representa
no cotidiano das pessoas com deficiência, facilitando a vida deles; ela
permite que eles criem novas formas de relacionamento, encontrem oportunidades de
trabalho e formas alternativas de diversão (Queiroz, 2007),
(Takagi, 2004), (Petrie, 2006) e (Queiroz, 2007).
Apesar de indubitavelmente importante, a acessibilidade digital e na Web
não é tão simples. Por exemplo, pessoas com deficiência
possuem limitações sensoriais e motoras que devem ser compensadas de
alguma forma, a fim de viabilizar o acesso dessas pessoas aos recursos
computacionais e, para isso, as organizações necessitam adaptar seu
hardware e seus sistemas,
a fim de fazer com que um computador possa ser usado por pessoas com deficiência
(Harrison, 2005). O problema é que essa adaptação requer um conhecimento
técnico e pessoas especializadas, o que faz, muitas vezes, que
organizações não dediquem os esforços necessários ao processo de
acessibilização (Tangarife, 2005).
Entre os trabalhos que começaram a ser desenvolvidos no âmbito nacional,
encontra-se um estudo comparativo das normas de acessibilidade adotadas
por vários países e uma análise detalhada das regras e pontos de verificação
do órgão internacional WAI/W3C; esse estudo resultou na confecção do Modelo
de Acessibilidade do Governo Eletrônico (e-MAG).
Com base nas recomendações do W3C/WAI, foram desenvolvidos programas que
avaliam o nível de acessibilidade das páginas de um
site. Esses programas detectam
o código HTML e fazem uma análise do seu conteúdo, verificando se está
ou não dentro do conjunto das regras estabelecidas; no final, eles geram
relatórios com uma lista dos problemas encontrados e que devem ser corrigidos
para que o site possa ser considerado
acessível (Spelta, 2003).
3.1 - Acessibilidade Brasil.
-
http://www.acessobrasil.org.br
- Sociedade constituída por especialistas da área de educação especial, professores, engenheiros, administradores de empresas, arquitetos,
desenhistas industriais,
analistas de sistemas e jornalistas, que têm como interesse comum o apoio,
ações e projetos que privilegiem a inclusão social e econômica de pessoas com deficiência,
idosos e pessoas com baixa escolaridade.
3.2- Acessibilidade Legal - (Marco Antonio de Queiroz - MAQ)
-
http://www.acessibilidadelegal.com
- Site de referência sobre acessibilidade na web, usabilidade e
tecnologias assistivas. Criado por Marco Antônio de Queiroz (MAQ).
O site é composto por artigos conceituais
e técnicos sobre as áreas listadas acima e sua intenção é divulgar
acessibilidade para que seja possível ter uma web para todas as pessoas.
3.3 - Acessibilidade na Apple Computer.
3.4 - Acessibilidade na IBM
3.5 - Acessibilidade na Microsoft Corporation.
3.6 - Acesso Digital.
-
http://acessodigital.net
- Grupo de especialistas em acessibilidade, design,
padrões web, usabilidade e tecnologias assistivas, cuja união ocorreu
naturalmente, quando foi percebido o quanto os integrantes possuíam
experiências diferentes, porém complementares e, especialmente, porque todos
compartilhavam o mesmo sonho: A máxima acessibilidade à informação.
3.7 - Bengala Legal (Marco Antônio de Queiroz - MAQ)
3.8 - Centro de Recursos de Acessibilidade da Adobe.
3.9- CSS 2.1 (Cascading Style Sheets - Folhas de Estilo
-
http://www.w3.org/TR/CSS21
- CSS é a linguagem de folha de estilo que permite a adição de estilos de
formatação de fontes, imagens, espaçamento etc. para documentos
estruturados como (X)HTML, XML entre outros.
Atualmente encontra-se na versão 2.1, a versão 3.0
http://www.w3.org/Style/CSS/current-work#CSS3
encontra-se em desenvolvimento.
Recomendado para acessibilidade na web por desmembrar o estilo do documento estruturado,
que é renderizado por alguns softwares de acessibilidade.
3.10- CSS para Webdesign (Maurício Samy Silva (Maujor)
-
http://www.maujor.com
- Site de referência para aprendizado de CSS, padrões web e acessibilidade.
Criado pelo Professor Maurício Samy Silva. O site é composto por
diversos materiais e idéias extraídas de livros e da web, com adaptações
e traduções elaboradas pelo próprio Maujor. Em seu blog
(
http://www.maujor.com/blog
)
encontram-se diversas matérias, tutoriais, pensamento, CSS, acessibilidade
e conteúdo sobre tableless (design sem formatação através de tabelas).
3.11 - Irish Guidelines for Web Accessibility.
3.12 - Jakob Nielsen.
3.13- Modelo de Acessibilidade do Governo Eletrônico - E-MAG.
3.14 - Section 508 of the Rehabilitation Act.
3.15- W3C (World Wide Web Consortium.
-
http://www.w3c.org
- O Consórcio World Wide Web (W3C) é o responsável por recomendar
padrões técnicos e procedimentos operacionais através de tecnologias interoperáveis (especificações,
manuais, software e ferramentas) para o desenvolvimento da utilização da rede mundial da Internet pelos
diversos recursos tecnológicos (computadores modelo desktop
e handheld, telefones celulares entre outros).
3.16-WCAG (Web Content Accessibility Guidelines.
3.17 - WCAG Samurai.
-
http://wcagsamurai.org
- Elaborado por um grupo de desenvolvedores em 2006, liderados por
Joe Clark, um dos participantes da criação do WCAG 1.0, o WCAG Samurai
é, na opinião dele, uma atualização do WCAG 1.0, apesar de carecer em alguns itens.
4.1 - Browsershots.
-
http://browsershots.org
- Site elaborado que ao ser inserido
um endereço de página web, pode ser escolhido o modo de exibição da página em diversos navegadores.
4.2 - CynthiaSays
-
http://www.cynthiasays.com
- Site de avaliação de acessibilidade para
páginas na web elaborado pela Hi Software (empresa fundada em 1998 para prover programas e serviços para testar,
reparar e monitorar qualidade e conteúdo na web -
http://www.hisoftware.com
.
Pelo CynthiaSays é possível
avaliar a acessibilidade através das recomendações do WCAG ou do
Section 508
(Recomendações norte-americanas de acessibilidade na web).
4.3 - DaSilva.
-
http://www.dasilva.org.br
- Site de avaliação de acessibilidade para páginas na web elaborado pela ONG Acessibilidade Brasil.
Pelo DaSilva é possível avaliar a acessibilidade através das recomendações do WCAG e do E-MAG.
4.4 - Examinator.
-
http://www.acesso.umic.pt/webax/examinator.php
- Site de avaliação de acessibilidade para páginas
na web em português elaborado pela equipe Acesso da UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento (Órgão Público
Português responsável por coordenar as políticas para a sociedade da informação e mobilizá-la através da promoção
de atividades
de divulgação, qualificação e investigação
-
http://www.umic.pt
Um dos diferenciais do Examinator é classificar de zero a dez (dez é definidor de boa prática)
a acessibilidade da página avaliada, percorrendo os diversos elementos e atributos existentes
na página e contando o número de ocorrências (erros e boas práticas) possíveis de inferir automaticamente, tendo
por base o WCAG 1.0. Muitos desenvolvedores utilizam a nota atribuída pelo Examinator como referencial de acessibilidade técnica
da página. É encontrada versão argentina do site no idioma espanhol
http://www.accesible.com.ar/examinator/index.php
.
4.5 - Graybit.
-
http://graybit.com/main.php
- Site desenvolvido pelos desenvolvedores web
Jonathan Fenocchi e Mike Cherim.
o
site realiza teste
on-line convertendo visualmente uma página web colorida para escala
de cinza. Este teste é importante para avaliar percepção de contraste em página web.
4.6- Hera.
-
http://www.sidar.org/hera/index.php.pt
- Site de avaliação de acessibilidade para páginas na web elaborado
pela Fundação SIDAR - Acesso Universal (Grupo de trabalho permanente e voluntário em que participam
pessoas de toda américa ibérica [países que foram colônias dos antigos impérios espanhol e português] possuidores de conhecimento
e experiências na área de acessibilidade na web -
http://www.sidar.org
Considerado por muitos como um dos avaliadores de acessibilidade mais
aderentes aos padrões Web.
4.7 - Juicy Studio.
-
http://juicystudio.com
- Site desenvolvido por
Gez Lemon que possui diversos artigos e verificadores para páginas na web,
entre eles:
4.8 - Validador de Folha de Estilos (CSS) do W3C.
-
http://jigsaw.w3.org/css-validator
- Site de validação de folha de estilos (CSS) do Consórcio
World Wide Web, responsável pelas recomendações de padrões para o desenvolvimento
da utilização da rede mundial da Internet.
4.9 - Validador de Página (X)HTML do W3C.
-
http://validator.w3.org
- Site de validação de página (X)HTML do Consórcio
World Wide Web, responsável pelas recomendações de padrões para o desenvolvimento da
utilização da rede mundial da Internet.
4.10 - Vischeck.
-
http://www.vischeck.com/vischeck/vischeckURL.php
- Site verificador de cegueira cromática (Daltonismo) em
páginas web. Pelo Vischeck é possível verificar visualização de sites nos três tipos de cegueira
cromáticas conhecidas: Deuteranopia (uma deficiência na visualização das cores
verde e vermelha), Protanopia (outro tipo de deficiência na visualização das cores verde e vermelha) e
Tritanopia (uma deficiência, muito rara, na visualização das cores azul e amarela).
4.11 - WebAim.
-
http://www.webaim.org/simulations/screenreader-sim.htm
- Organização não governamental que criou em 1999 um site simulador de leitor de tela;
o
WebAIM integra o CPD (Centro para Pessoas com Deficiência)
que pertence à Utah
State University dos Estados Unidos.
Neste simulador são propostas tarefas a serem realizadas pelo usuário
para um pequeno treino de navegação em um leitor de tela.
5.1 - Dosvox.
-
http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox
- Projeto criado em 1993, coordenado pelo Professor José Antonio Borges e
elaborado por uma equipe do Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio
de Janeiro(NCE/UFRJ). É um sistema operacional para computadores PC voltado
a atender os deficientes visuais. O sistema se comunica com o usuário através de síntese
de voz sendo compatível com a interface padronizada SAPI do sistema operacional Windows.
Composto por diversos softwares como: editor de textos (Edivox), navegador textual de internet (Webvox),
calculadora (calcuvox), agenda de telefones (televox), gerenciador de tarefas (clockvox),
controlador de apresentações com feedback sonoro (pptvox), jogos entre outros.
5.2 - Jaws - Job Access With Speech
-
http://www.freedomscientific.com/products/fs/jaws-product-page.asp
- Software leitor de tela desenvolvido pela empresa norte-americana
Freedom Scientific. A primeira versão foi criada em 1989 para o sistema
operacional MS-DOS. Era um dos diversos leitores de tela que davam acesso aos usuários
cegos às aplicações em modo de texto no MS-DOS; em janeiro de 1995 foi lançada a primeira versão para
o sistema operacional Windows. Considerado como um dos melhores
softwares leitores de tela pagos atualmente, é
lançada nova versão uma vez a cada ano.
5.3 - Linvox.
-
http://intervox.nce.ufrj.br/linvox
- Projeto de utilização do sistema Dosvox para o sistema operacional
Linux (baseado na distribuição
Kurumin.
Atualmente encontra-se na versão 2.0. Deve ser utilizado junto a um ambiente
de emulação do sistema operacional Windows (recomendado pelo NCE/UFRJ,
o emulador Wine).
5.4 - Linx.
-
http://lynx.isc.org
- Navegador textual de internet desenvolvido para utilização em sistemas com
poucos recursos gráficos; criado por
Thomas Dickey em 1992 junto ao Grupo de
Computação Distribuída e Serviço Acadêmico de Computação da Universidade
de Kansas nos Estados Unidos. Atualmente encontra-se em sua versão 2.8.6,
que foi lançada em 11 de outubro de 2006.
5.5 - NVDA - No-Visual Desktop Acess.
-
http://www.nvda-project.org
- Projeto criado pela Organização NV Acess,
fundada em março de 2007 na Austrália; a proposta principal da Organização
é dar suporte à projetos e iniciativas para prover soluções em
software livre e gratuito para que
pessoas com deficiência visual tenham acesso à tecnologia; entre os patrocinadores da
Organização destaca-se
Mozilla Foundation
, criadora do navegador de internet
Mozilla Firefox e do software
gerenciador de correio eletrônico
Thunderbird.
O NVDA é um software leitor de telas de código-fonte aberto e gratuito para sistema operacional
Microsoft Windows XP e Vista, até o momento. O criador que deu o pontapé
inicial ao projeto foi o jovem australiano
Michael Curran, de 24 anos de idade,
que em 2006 largou o segundo ano do seu bacharelado em Ciência da Computação para
começar o projeto junto ao amigo
James Teh, que também contribuiu com
muitas linhas de código para a estrutura inicial do NVDA e continua, atualmente,
ainda no desenvolvimento do leitor de telas. Além da versão para instalação no computador,
o NVDA tem a vantagem de possuir a mesma versão pronta para ser executada diretamente
através de pendrive.
5.6 - Orca.
-
http://live.gnome.org/Orca
- Projeto elaborado pelo Programa de Acessibilidade da
Sun Microsystems Inc -
http://www.sun.com/accessibility/index.jsp
-
com a contribuição de diversas pessoas.
Através da combinação de narração, Sistema Braille e ampliador de tela,
o leitor de telas Orca provê acesso ao computador para pessoas com deficiência que utilizam
o sistema operacional Linux com plataforma gráfica Gnome.
5.7 - Nuance Talks.
-
http://www.nuance.com/talks
- Software leitor de tela para ser utilizado
em telefones celulares por pessoas cegas ou com baixa visão. Foi lançado pela
empresa norte-americana Nuance Communications.
Atualmente encontra-se na versão 3.5 e tem suporte para mais de 20 idiomas.
5.8 - Virtual Vision.
-
http://www.virtualvision.com.br/baixar.asp
- Programa leitor de telas para computador com sistema operacional Windows.
Lançado pela empresa brasileira
Micropower em 1998.
O Virtual Vision é hoje o único
software leitor de telas em modo
gráfico desenvolvido nacionalmente capaz de funcionar sobre os aplicativos
mais comuns utilizados na maior parte dos computadores (reconhece Word,
Excel, Internet Explorer, Outlook, MSN, Skype, entre outros).
5.9 -
Window-Eyes.
-
http://www.gwmicro.com/Window-Eyes
- Lançado pela empresa norte-americana GW Micro, este
software leitor de tela para computadores que
utilizam sistema operacional Windows e seus aplicativos. Teve sua
primeira versão lançada em 1995. Atualmente encontra-se em sua versão
6.1 (versão 7 em desenvolvimento).
6.1 - Ases.
-
http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-MAG/ases-avaliador-e-simulador-de-acessibilidade-sitios
- Avaliador e simulador de acessibilidade de sítios.
Programa feito através da parceria entre o Departamento de Governo Eletrônico
Brasileiro e a sociedade Acessibilidade Brasil.
O Ases é um programa que permite avaliar e simular a acessibilidade de páginas,
sítios e portais. Possui
Avaliador de acessibilidade, avaliador de CSS e HTML, ferramenta para selecionar o DocType,
conteúdo alternativo, associador de rótulos, links redundantes, corretor
de eventos e preenchimento de formulários entre outros.
6.2 - Fangs.
6.3 - Lowbrowse
-
http://lowbrowse.lighthouse.org/apache2-default
- Elaborado pela Organização Internacional
Lighthouse -
http://www.lighthouse.org
, este
plug-in para o navegador
Mozilla Firefox, permite algumas funcionalidades para que pessoas com baixa visão
possam ler documentos na internet mais facilmente, como através
da modificação de tamanho de texto, aumento de imagem
por aproximação, entre outros.
6.4 - Web Acessibility Toolbar
- Barra de Ferramentas de Acessibilidade Web.
-
http://www.wat-c.org/tools/index.html
- Barra de Ferramentas de Acessibilidade criada pelo
Web Acessibility Tools Consortium
formado pelas empresas Accessible Information Solutions
(Austrália),
Infoaxia (Japão),
Wrong HTML (Japão),
The Paciello Group (Estados Unidos)
e Juicy Studio (Reino Unido).
O objetivo deste consórcio é prover uma coleção de ferramentas
gratuitas para auxiliar desenvolvedores e
designers no desenvolvimento e
teste de conteúdo web acessível.
Existem versões das barras de ferramentas para os navegadores Internet Explorer, Opera
e Mozilla Firefox.
7.1 - Adobe Dreamweaver Acessível.
7.2 - Adobe Flash Acessível.
7.3 - Ajax Acessível.
7.4 - Java Acessível.
7.5 - JavaScript Acessível.
7.6 - Microsoft Expression Web
Acessível.
7.7 - Microsoft Silverlight
Acessível.
- Cartilha Técnica - Recomendações de Acessibilidade para a Construção e
Adaptação de Conteúdos do Governo Brasileiro na Internet - Departamento
de Governo Eletrônico - Secretaria de Logística e Tecnologia da
Informação - Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
- Documento de Referência - Versão 2.0 14/12/ 2005.
- Enap - Material do curso de "e- MAG - Modelo de Acessibilidade
de Governo Eletrônico" - ministrado pela Escola Nacional de
Administração Pública - janeiro 2007.
- Harrison, S. M.
- Opening the eyes of those who can see to the world of those who can't:
a case study - Technical Symposium on Computer Science Education -
Proceedings of the 36th SIGCSE technical symposium on Computer science
education - 2005.
- Modelo de Acessibilidade - Recomendações de Acessibilidade para a
Construção e Adaptação de Conteúdos do Governo Brasileiro na
Internet - Departamento de Governo Eletrônico - Secretaria de Logística
e Tecnologia da Informação - Ministério do Planejamento, Orçamento
e Gestão - Documento de Referência - Versão 2.0 14/12/2005.
- NBR 9050: Associação Brasileira de Normas Técnicas. Acessibilidade
de Pessoas Portadoras de Deficiências a Edificações, Espaço, Mobiliário
e Equipamento Urbanos. ABNT. RJ. 1994.
- Nevile, Liddy
- "Adaptability and accessibility:a new framework" - Proceedings of the
19th conference of the computer-human interaction special interest group
(CHISIG) of Australia on Computer-human interaction: citizens online:
considerations for today and the future - Canberra, Australia - Vol. 122
- Pg: 1 - 10 - Novembro - 2005.
- Nicholl, A.R.J. "O Ambiente que Promove a Inclusão: Conceitos de
Acessibilidade e Usabilidade". Revista Assentamentos Humanos,
Marília, v3, n. 2, p49-60, 2001.
- Petrie,H.,Hamilton,F.,King,N. & PavanP.
- Remote usability evaluations With disabled people - Proceedings of
the SIGCHI conference on Human Factors in computing systems.
Canada.2006.
- Queiroz, M.A. - Material de Curso ministrado no SERPRO do Rio de Janeiro
por Marco Antonio de Queiroz, especialmente para cegos e pessoas de
baixa visão. Disponível em
em:
http://www.geocities.com/aulas_html
Acesso em 2/4/2007.
- Sales, M. B. de & Cybis, W.de A. - Desenvolvimento de um checklist
para a avaliação de acessibilidade da Web para usuários idosos -
ACM: International Conference
Proceeding Series in Proceedings of the Latin American conference on
Human-computer interaction - 2003.
- Spelta, L. L.: O Papel dos Leitores de Tela na Construção de
Sites Acessíveis - Anais do ATIID
2003, São Paulo-SP, 23-24/09/2003.
- Takagi, H., Asakawa, C., Fukuda K. & Maeda J.:
Accessibility designer: visualizing usability for the blind - ACM SIGACCESS
Conference on Assistive Technologies - Proceedings of the ACM SIGACCESS
conference on Computers and accessibility - 2004.
- Tangarife, T. & Mont'Alvão, C. - Estudo comparativo utilizando
uma ferramenta de avaliação de acessibilidade para Web -
Proceedings of the 2005 Latin American
conference on Human-computer interaction - p. 313 - 318 -
México - 2005.
Sites Institucionais:
Disponibilizado em: 23/02/2009.